
A arte de ensinar, em muitas salas de aulas, no Brasil, não passa de um passatempo econômico. Alunos fingem participar da falta de metodologia dos professores, para se dizerem bons alunos.
Se educar é dar “papinhas” para que não pese o pensar dos estudantes, então temos uma educação de primeiro escalão. Caem-se, assim, todos os estudos de pedagogos, teóricos da educação, psicólogos, etc.
Ir às aulas passa a ser uma tortura, para quem buscar ser um discípulo, encontram a decepção, mestres que não sabem ensinar, que não sabem discipular, e passam a ser “babás” da alfabetização.
Para educar é necessário querer estar preparado para tal. Tem que ser “apaixonado” pela arte de ensinar.
Homens e mulheres que se dispõe a educar com prazer está em raridade. Arte preciosa. Arte meticulosa.
Pena que sofremos com “múmias” ou pseudo-artistas que se dizem entendidos em coisas supérfluas, ou que se dispõe em enfrentar uma sala de aula, o fazem pelo lado econômico, ou por não ter sucesso no mundo do trabalho. Fazem assim, o papel de desestimulo para os futuros profissionais.
Com esses itens os alunos são obrigados a suportar pessoas decadentes, ou decepcionadas profissionalmente entre as cadeiras universitárias.
Quando se cobra, o aluno é rechaçado e “marcardo” como ovelha negra da turma ou faculdade. É prejudicado e obriga-se a apenas: Ver. Ouvir. Calar!
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